O problema
Todo mandato tem seguidor. Quase nenhum tem apoiador — a pessoa que entra num grupo, recebe mensagem direta e ativa outras. Seguidor é audiência emprestada da plataforma; apoiador é base própria. O desafio da campanha era transformar volume de seguidor (que converte baixo) numa base pequena mas real de gente disposta a agir.
A escada do apoio
Desenhei um funil em degraus — cada etapa qualifica mais que a anterior: Seguidor → Apaixonado → Apoiador → Embaixador. A pessoa não pula do feed direto pro grupo; ela sobe a escada. Cada degrau tem uma copy e um CTA próprios, calibrados pra baixar a fricção sem baixar a qualificação.
O gargalo verdadeiro estava no opt-in, e o dado mostrou onde: a 1ª mensagem (o convite) converte 15% — é a alavanca que estou atacando. Mas quem passa dela e recebe a 2ª mensagem, com o link do grupo, converte 78%. Ou seja: a promessa funciona; o degrau de entrada é o que dá pra melhorar. Sem o dado separado por mensagem, essa leitura não existe.
O resultado
O grupo de apoiadores saiu de 4 para 341 membros, construído do zero, sem mídia paga — puro funil orgânico e copy. Cada entrada é medida por balde (captação bruta separada de churn), não por número inflado de base total.
Por que isso importa
Não é um número bonito solto: é a saída documentada de uma estratégia que eu desenhei e escrevi. Prova as duas pontas de uma vez — eu desenho o sistema (a escada) e entrego o resultado (o número). É o que separa quem escreve post de quem constrói base.